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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Dinâmica Inicio de Ano Letivo - O país imaginário - Normas e Regras para Alunos

Essa dinâmica para o inicio de ano letivo tem por objetivo levar as alunos a perceberem que os direitos também são baseados em necessidades. Desenvolve o relacionamento interpessoal, comunicação e responsabilidade.

Materiais: Folhas de papel; marcadores.

Procedimento: Os professores dividem as os alunos em grupos de 5 e lêem o seguinte texto:

"Imagina que descobriras um novo país, onde ninguém tinha vivido antes, e onde não havia leis nem regras. Tu e os outros membros do teu grupo serão os pioneiros nesta nova terra. Não sabes que tipo de estatuto vais ter lá.”

Individualmente, o aluno escreve uma lista com três direitos que pensa serem essenciais para toda as pessoas que vão habitar este país.

Assim, o professor pede para as pessoas partilharem o que escreveram e concordarem numa lista de 10 direitos que o grupo ache que devam ser garantidos.

Eles deverão dar um nome ao país e escrever numa grande folha de papel juntamente com a sua lista.

Cada grupo apresenta a sua lista aos outros estudantes.

Se houver direitos que surjam repetidos o professor ou educador deverá assinalar com uma cruz.

Depois de todos os grupos terem apresentado, o professor pede para as pessoas encontrarem (se houver) direitos que se contradigam.

Dicas: Questões para discussão:

Será que esta lista pode ser totalmente racionalizada?

Poderão direitos semelhantes estar agrupados em conjunto?

Quão perto da realidade estará esta lista?

No que o grupo se baseou para construir a lista?

Como ocorreu o trabalho nos grupos?

Como avaliam a atividade?

Que lições e aprendizagens podem levar desta vivência?

Observar se os alunos tem boa imaginação e se ocorreu identificação entre os participantes da dinâmica.

Dinamicas para Palestrantes - Dinâmicas para Iniciar Palestras

Uma palestra, curso ou treinamento é um evento que deve integrar os participantes a fim de que todos atinjam o objetivo final que é absorver e colocar em prática o treinamento em seu dia-a-dia. Dinâmicas para Iniciar palestras, dinamicas para palestrantes é algo muito comum, mas poucas tão boas quanto a dinâmica da Bandeira Pessoal. Dinâmicas para começar palestras e treinamentos, criatividade e comunicação dos participantes. Veja mais: Dinâmicas para Empresas | Dinâmicas para Inicio de Ano Letivo | Professores e Dinâmicas.

Dinâmicas para Palestras - Minha bandeira pessoal

O objetivo dessa dinâmica para palestrantes e conferencistas é permitir o auto-conhecimento ao mesmo tempo que permite a apresentação individual dos participantes de um grupo a fim de que todos absorvam o treinamento oferecido.

Materiais: Folhas de flip chart (1 para cada participante); lápis de cor; giz de cera; cola; revistas; tesouras; papel crepom; cola colorida; sucata.

Procedimento

O coordenador distribui uma folha de flip chart para cada participante e coloca o material disponível (cola, sucata, lápis...) no centro da sala.

Explica-se que a bandeira geralmente representa um país e significa algo da história desse país. Nesta atividade cada um vai construir sua própria bandeira a partir de seis perguntas feitas pelo coordenador.

Pede-se que respondam a cada pergunta (ver lista abaixo) por intermédio de um desenho ou de um símbolo na área adequada.

Os que não quiserem desenhar poderão escrever uma frase ou algumas palavras ou ainda utilizar-se de recortes de revistas.

Perguntas:

a. Qual o seu maior sucesso?
b. O que gostaria de mudar em você?
c. Qual a pessoa que você mais admira?
d. Em que atividade você se considera muito bom?
e. O que mais valoriza na vida?
f. Quais as dificuldades e facilidades para você trabalhar em grupo?

Ao final o coordenador solicita que cada participante apresente o seu trabalho.

Dicas: Questões para discussão:

Como foi utilizar esta forma de apresentação?

Você acha que consegiu apresentar um pouco do que você é na bandeira?

Como se sentiu durante a atividade?

Foi possível conhecer um pouco mais os colegas?

Observar a criatividade, se os participantes possuem um bom auto-conhecimento e se conseguem expor no papel, o que são, o que sentem e o que pensam.

Tempo de aplicação: 60 minutos
Número máximo de pessoas: 15
Número mínimo de pessoas: 4

Oração para o início das aulas

Que este ano seja ainda melhor
Do que foi o que passou
Que o nosso crescimento interior
Seja o que cada um desejou!

Que cada dia seja um degrau amais
Para o crescimento de todos nós.
Para que no mundo todo haja paz
Peço-te Senhor, ouça a nossa voz!

Que olhar par frente saibamos
Com grande confiança e paixão
Que companheiros sempre sejamos
Com grande amor no coração.

Que seja firme o nosso caminhar
Em busca de nossos ideais
Nosso horizonte não queremos limitar
E não esquecer do conhecimento jamais!

(Beatriz Kappke)

Este ano será um sucesso se... - Texto para primeiro dia de aula

Este ano será um sucesso se...
houver um sorriso de otimismo,
um sonho de beleza em seu coração e
poesia nas pequenas coisas: na simplicidade da flor,
na inocência das crianças, no silêncio interior,
na amizade, no momento presente,
na oportunidade de ser bom, ser amigo e compreensivo;
sensível ao sofrimento alheio,
grato ao passado que lhe proporcionou experiências para o futuro.

Este ano será um sucesso se...
você for franco sem ferir,
tiver fé em si, no próximo e em Deus e,
acima de tudo, expressar o que pensa do outro
com uma palavra de carinho, de apoio,
de reconhecimento, de bondade e encorajamento.

Este ano será um sucesso se...
você souber vencer a preguiça, o orgulho,
a indiferença ao sofredor, a tentação da riqueza, da intriga e da inveja,
da intolerância ao ignorante, ao que tem idéias diferentes das suas,
ao menos inteligente, ao egoísta, ao mesquinho.

Este ano será um sucesso se...
você socorrer a quem precisa, aconselhando-o,
estendendo-lhe a mão, dando-lhe ajuda no momento certo,
economizando bens materiais,
esbanjando amor e solidariedade,
entendendo a criança e o idoso,
o adulto que não teve infância e aquele que não sabe amar.

Este ano será um sucesso se...
você der um “bom dia” de coração e
enfrentar com esportividade as desventuras, semear a paz e o amor,
vibrar com a felicidade alheia, com a beleza do sol acordando o dia,
com a gota de orvalho na flor.

Este ano será um sucesso se...
você valorizar cada vitória e o mundo de oportunidades
que se abrirem diante de você e,
começar cada dia com Deus!

Se você for sensível a tudo isso,
então este ano será um sucesso para você e
para os que viverem ao seu redor!

(autor desconhecido)

Bullying discutido em palestra Imprimir E-mail

Evento realizado pelo CIEE ontem à tarde debateu o tema com estudantes

Juliana Aretakis

Seja nas escolas públicas ou particulares, a discussão acerca do bullying ganhou novas dimensões após a tragédia de Realengo, no Rio de Janeiro. Ampliado no cenário nacional, o debate sobre o tema também já passou a se fazer presente no Recife. Em uma palestra promovida pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) na tarde de ontem, novatos e experientes no assunto se encontraram para tratar o combate ao bullying e a homofobia. O público-alvo do encontro eram alunos de escolas públicas. Jovens egressos também participaram do evento para esclarecer e combater o problema. Na rede de ensino do Recife uma nova campanha contra a prática também será iniciada nos próximos dias.

Vítima de bullying dos 7 aos 13 anos, o estudante de Pedagogia Geraldo Marques, 27, tenta entender melhor o que passou durante a infância e começo da adolescência. Nesse período, ele estudou em um colégio particular e era agredido verbalmente com frequência pelos colegas, que se aproveitavam de situações diversas para fazer brincadeiras com o companheiro de sala. “Vários colegas meus tinham essa atitude infeliz e eu tive problemas de relacionamento e comunicação com as pessoas por causa das agressões verbais. Eles agiam sempre de forma pejorativa. Me sentia coagido em ir para a aula naquele ambiente hostil. Eu gostava de estudar, mas não queria mais ir para a escola”, contou.

Segundo Geraldo, os pais dele foram informados e tentaram intervir. “Os meus colegas de classe reduziram as brincadeiras, mas aquilo só terminou quando mudei de colégio”, disse. A motivação para participar da palestra realizada ontem foi, de acordo com Geraldo, melhor entender o problema. “O processo de violência que sofri gerou essa necessidade de colher informações sobre o tema, que até hoje ainda é muito pouco divulgado, tanto pelos educadores quanto por palestrantes”, afirmou.

O relações públicas Jamilson Benvenuto foi o professor voluntário que ministrou a palestra. Ele destacou o crescente aumento dos casos de bullying nas escolas particulares do Recife. “Pernambuco é um dos estados que mais tem registrado casos de bullying. Dados já confirmam que eles são mais presentes nas escolas particulares, onde não existe tanta conscientização. Os menos favorecidos têm hoje um melhor acesso às informações, a um conteúdo esclarecedor maior do que o oferecido pela rede particular”, pontuou.

De acordo com Benvenuto, outra ligação a ser discutida com o bullying é a homofobia não só nas escolas, mas também nos ambientes de trabalho. “Nos casos de bullying há sempre uma comoção muito grande e nós nos perguntamos o que fazer para esclarecer e transmitir essa mensagem de educação e como solucionar esses conflitos. A homofobia não é a única causa de bullying, mas corresponde a uma boa parte dele”, afirmou.

Na rede de ensino do Recife, uma nova campanha contra o bullying terá início no mês de maio e segue até agosto. Em 2010, a iniciativa teve início, mas foi destinada apenas aos professores dos programas de correção de fluxo escolar. Na nova campanha serão contemplados os 2.520 professores e os 231 coordenadores da rede municipal. “Vamos fazer um trabalho com toda a comunidade escolar de sensibilização, prevenção e combate ao fenômeno do bullying, um problema que cresce assustadoramente todos os dias”, disse a gerente de aprendizado do 1º e 2º ciclo da rede municipal, Marisa Augusta.

Escrevi um artigo para uma revista, e deixo aqui para os leitores do Blog OutroJeito.
Me pediram para falar sobre regras básicas para uma Apresentação. Algumas coisas já comentamos em posts anteriores no blog, mas creio que nunca é demais o reforço.
Fale-nos o que pensa nos comentários, ok?

Três regras simples para uma melhorar sua Apresentação

Dominar bem o assunto sempre será o aspecto mais importante de uma apresentação.

No entanto, existem uma série de regras e dicas que podem ser usadas numa aula ou numa conferência. Na verdade, damos atenção quase exclusiva ao conteúdo, na expectativa que isso baste para o bom entendimento por parte da platéia. Será que isso basta?
O modelo mais empregado nas apresentações atualmente veio na esteira do uso intenso do Powerpoint desde os anos 90, adicionado ao modelo tradicional de relato científico que utilizamos academicamente.
Deste modo, fazemos uma narração no estilo “meu nome-introdução-o quê-quando-quem-como-conclusão-obrigado”, considerando que, deste modo, fornecemos a informação necessária aos colegas. Por outro lado, dispomos essa sequência no tradicional formato que o Powerpoint nos conduz automaticamente, com títulos, bullets (identações) espaço para colocarmos o que quisermos na aula. Ou seja, uma rotina repetitiva no modelo de aulas.
Como o participante de uma aula se comporta, para começar?
Algumas pesquisas indicam que a atenção de uma pessoa durante uma aula dura cerca de vinte minutos. O pico dessa atenção é máximo nos minutos iniciais (que perdemos agradecendo aos organizadores), decai progressivamente para subir um pouco mais quando você anuncia que está terminando (a platéia supõe que você deixou uma mensagem importante para o final).
Se sua aula for longa, convém então realizar breves dinâmicas com seu público a intervalos regulares de vinte minutos, para que o ritmo não caia em monotonia. Uma pergunta instigante ou uma pesquisa do tipo “levante a mão quem…” podem ajudar. Use sua criatividade conforme o tema e o público.

Vamos então a 3 dicas bem simples que poderão auxiliar muito a sua próxima palestra:

1- Coloque-se no lugar da sua platéia.

Um livro recente e muito interessante, Made to Stick, de autoria de dois professores da Stanford University Graduate School of Business, debruça-se sobre o porquê de algumas idéias e conceitos se firmarem imediata e espontaneamente na mente das pessoas, e outras não. Numa parte do livro os autores também também comentam da falta de sintonia existente entre o comunicador e sua audiência.
Eles dizem que, ao nos aprofundarmos em um assunto, imediatamente começamos a ver o mundo de outra forma. Eles chamam de “Curse of Knowledge”. Infelizmente, não é “course” de curso. É “curse” de “maldição”, ou seja, a Maldição do Conhecimento.
Trata-se de um fenômeno que ocorre quando você se aprofunda demais num determinado assunto antes desconhecido. Nesse caso, você passa a ver a situação de outra forma – com os olhos de um expert – e muda, internamente, uma série de conceitos e valores.
No entanto, quando vai falar sobre o assunto, entra direto nele considerando que todos também enxergam o tema de igual modo, e espera ganhar atenção imediata. Afinal, a importância deve ser óbvia, você pensa.
Isso pode ser um engano, e torna temas excitantes em aulas enfadonhas.
Outras vezes, você dedica a aula a explicar o tudo sobre o tema, na esperança de que, ao final, a platéia conclua: “Isso é muito interessante mesmo para mim por esse ou aquele motivo”.
Infelizmente, isso pode não acontecer para a maioria, apesar de você achar que a conclusão pode ser óbvia. Todos deveriam achar o tema interessante! Ou não?…
As pessoas ouviram você, mas não conseguem chegar até ao final do caminho que você imaginou. Afinal, o único que tem a visão global e aprofundada é você mesmo. Não conseguem ter noção da importância do tema com suas palavras.

Como escapar dessa armadilha?
Uma dica simples é, após estudar bem o assunto, dedicar um tempo para descobrir aonde está um ponto que leve ao colega que está sentado na platéia a se interessar em suas palavras.
Essa motivação pessoal, apesar de individual, geralmente é comum à maioria.
Via de regra, as pessoas se interessam muito num assunto se perceberem um desses dois pontos:
- terão algum ganho pessoal com esse conhecimento
- evitarão algum infortúnio pessoal com esse conhecimento
Não interprete ganho como um valor monetário. Ganho, nesse caso, pode ser um resultado muito melhor nos tratamentos, menor esforço para realizar um procedimento, ou mesmo mais tempo livre depois do trabalho. Qualquer forma de ganho deve ser identificada e apresentada.
Infortúnio, por sua vez, é qualquer situação desagradável. Tratamento ineficaz (e paciente insatisfeito), dificuldade numa manobra cirúrgica, ou negociação negativa com um convênio médico são algumas condições que, caso sua apresentação ensine como evitar, despertará atenção imediata.
Se você esclarecer logo de início onde está o ponto de interesse, seus ouvintes ficarão em máxima atenção, pois você deixou bem claro qual o ganho que terão.
Resumo da regra:
- pergunte-se como você veria esse tema se estivesse na platéia. É excitante ou chato?
- identifique os pontos que a pessoa da platéia considere como vantagem ou diferencial.
- apresente esses pontos claramente logo no início da sua apresentação

Resumo da Dica 1: pense como um ignorante no assunto e encontrará a solução!

2- Simplicidade com a Regra 10-20-30
Assisti a uma aula num congresso que duraria quinze minutos. O palestrante avisou que teria mais de quarenta slides, e pediu que o interrompessem quando o tempo acabasse.
O que você pensaria ouvindo isso?
Eu pensei: começou mal. Já demostra, de início, uma grande falta de domínio. Se nem ele sabe para onde ruma a aula, já me desinteresso logo de início.
O palestrante tinha grande conhecimento, mas não conseguiu demonstrar isso, pois era impossível.
Uma corrente de experts sobre Apresentações apregoa uma maior busca pela simplicidade.
Quanto maior a sobrecarga de informação, menor a eficácia da sua comunicação.
Um dos mais respeitados nesse assunto é Guy Kawasaki. É o autor de diversos livros sobre apresentações, e já trabalhou como engenheiro na Apple. Ele criou uma regra simples, chamada 10-20-30.
a) 10
Dez é o número máximo de slides que sua apresentação pode ter.
É difícil um ser humano normal reter mais que isso com eficácia. Seus ouvintes, seu chefe, sua equipe, seus alunos, todo mundo é normal - presumivelmente. E eles não conseguem mesmo reter um amontoado de informações.
Dez slides, no máximo, é um bom número.
b) 20
Como falamos, no início do artigo, vinte minutos é o tempo ideal para sua apresentação.
Mais do que isso e a atenção das pessoas começa a dispersar. Ou então o sono bate.
Se durar mais do que vinte minutos sugiro fazer uma atividade que divida um bloco de apresentação do próximo. Perguntas para a platéia responder, uma tarefa em grupo de três minutos. Algo que quebre a monotonia.
c) 30
Trinta é o tamanho das letras (fontes) usadas na apresentação.
Via de regra, usamos tamanho 10 de fonte.
Resultado: além da segunda fileira ninguém enxerga nada. Ou espreme os olhos para entender o que tem ali. Ele não enxerga e logo perde o interesse!
O mesmo vale para gráficos: cuidado com imagens e tabelas muito significativas para você, mas incompreensíveis para a maioria.
Simplifique-os e deixe bem claros. A platéia não deve levar mais do que cinco segundos para interpretar um gráfico.
É claro que a fonte 30 é uma sugestão "genérica". A mensagem aqui é: use material visual que fique otimizado para todos os que vão assistir a apresentação, e não somente para a tela do seu computador!!
Outra vantagem das fontes maiores é que isso impede que você escreva muito no slide. Na verdade, essa é a intenção!! Você deverá então exercitar a arte de ser mais conciso e objetivo!!
E finalmente, a bem da simplicidade nas Apresentações: nunca coloque animações de letrinhas voando. Nem musiquinha ou outros efeitos singelos. E também não use aquele Clipart medonho com imagenzinhas que a Microsoft que dá de graça no Office. Por favor!

Resumo da Dica 2: em Powerpoint, menos é mais!

3- Coloque seu conhecimento
Muitas pessoas dizem que congressos presenciais irão acabar, mas isso não irá acontecer, por mais que eu ache que telemedicina é o futuro.
Diferente dos livros, revistas e eventos online, as situações presenciais têm um forte diferencial: o conhecimento.
Livros e publicações podem conter uma série de informações, mas conhecimento é diferente, pois necessita da contextualização individual, que é muito dinâmica.
Uma opinião sobre uma técnica hoje pode mudar no mês que vem. O material que usamos numa cirurgia varia de acordo com cada médico.
Esta é a característica da era em que vivemos, onde a única certeza é de que não há certezas. É a Era das Mudanças.
Tenha em mente que, hoje em dia, qualquer pessoa pode copiar-e-colar um tema e realizar uma apresentação. As apresentações Made by Internet estão por aí. Mas ao final o que teremos é uma apresentação que nos diz pouco, pois a sensação é de que qualquer outra fonte poderia suprir aquela informação.
O palestrante, nesse caso, torna-se um “leitor” dos slides durante a aula.
Como, então, diferenciar-se nesse momento?
É importante que, numa apresentação, você se dê conta que a sua experiência pessoal no assunto é importante. As pessoas querem ouvir um especialista, e viajam milhares de quilômetros para isso.
Adicione seu conhecimento a alguns pontos do tema, dando uma opinião pessoal, embasada e justificada.
Comente sobre a eficácia daquele exame complementar que todos pedem. Fale a respeito de como adequou sua profilaxia cirúrgica baseando-se na literatura. Fale da sua experiência pessoal em determinados tópicos.
Pelo bem ou pelo mal, as pessoas valorizam muito esses comentários, e é isso que faz sua apresentação ser diferenciada.
Esse é o motivo, afinal, pelo qual você foi convidado a falar, e não outro colega. Seu conhecimento, único no assunto, é o que diferencia você dos outros.
Tenha em mente que o seu conhecimento é o que diferencia sua aula de todas as outras, mesmo que o tema seja igual.
Resumo da regra 3: saia do muro!

Finalmente, se quiser saber mais a respeito visite o blog www.outrojeito.com.br, que traz diversos artigos sobre a arte das Apresentações.

Temas de Palestras e suas Ementas

Jane Patrícia Haddad
Formada em Pedagogia pela PUC-MG, com Especialização em Docência do Ensino Superior (Newton de Paiva-BH) e Psicopedagogia pela (UNI-BH), onde, hoje, atua como professora convidada. Atualmente trabalha em sua Clínica, ministra aulas em cursos de Pós-Graduação como Professora Convidada. É Palestrante e Consultora Institucional, acaba de lançar seu livro: Educação e Psicanálise:vazio existencial pela editora Wak.


Uma Visão de Futuro: na escola presente

Educar com visão de futuro e agir no tempo presente. O cenário educacional nos convoca a uma (re) leitura do nosso espaço escolar presente. Como considerar um tempo espaço de educar em uma sociedade do instante? Estamos em plena era do conhecimento, a qual nos estimula a pensar livremente. O momento é de quebrar fronteiras e considerar o saber incompleto. A escola ainda é um espaço privilegiado para conceber e (re) inventar novos espaços escolares. O fator tempo está em curto-circuito com nossas aulas. Nossos espaços escolares contemplam o aluno de hoje? “Sem temporalidades longas, corremos o risco de nos tornarmos meros consumidores de instantes”.

Pais e Filhos em um Tempo Espaço: Uma Relação Problema Solução

Educar no século XXI é olhar um novo cenário onde tempo espaço nos convoca a uma co responsabilidade entre Família- Escola- Mundo. O tempo espaço em que nos encontramos hoje é uma questão de escolha e construção onde educar é movimento. Crianças e jovens mudaram, nós adultos mudamos? Mudamos, porém, pensando no mesmo tempo espaço, onde não há risco apenas garantias. A direção mudou o momento é de fazer uma (re) leitura do que é urgente e o que é importante na educação dos nossos filhos, sem perder a possibilidade de estabelecer relações com o já conhecido naquele novo a conhecer.

A Palestra busca refletir sobre um novo tempo espaço onde é possível tecer novas relações a partir de escolhas diárias na relação pais e filhos.

Novos olhares possibilitam a construção de novas práticas.

A palestra tem como objetivo provocar algumas reflexões como: Qual a nossa relação com o mundo hoje? Como são estabelecidos os laços sociais hoje? Que relações nossos alunos estabelecem com o saber ?

Quem é este aluno contemporâneo que fala que ingressa nas Universidades?

Para isto teremos que começar a re-inventar a relação professor – aluno, o que implica em nos colocarmos como pesquisador da nossa própria prática.

Estabelecer novos olhares, para além do que estamos vendo e ouvindo este é nosso maior desafio.

Ser educador ou Estar educador? Um lugar em aberto. Vazio existencial: Queixa ou Escolha? O momento é de nos responsabilizarmos e legitimarmos nosso lugar de Educador .

O que quer a escola? Novos olhares possibilitam a construção de novas práticas.

Ementa

A palestra tem como objetivo refletir o nosso papel de Professor-educador.

Quem é este aluno contemporâneo que fala? Queremos formar um aluno-sujeito crítico e reflexivo?

Para isto teremos que começar a re-inventar a relação professor - aluno, o que implica em nos colocarmos como pesquisador da nossa própria prática começando pela sala de aula.

Re significar nosso entendimento de ser escola, nos possibilita uma construção de novas práticas.

Estabelecer novos olhares, para além do que estamos vendo e ouvindo

O que eu posso transformar na educação hoje?

O momento atual nos convoca a escutar os apelos silenciosos dos nossos alunos e suas famílias, momento de rever nossas concepções e re inventar novas formas de fazer educação.

Que escola temos? Que escola queremos? Uma oportunidade de refletirmos nosso lugar “destituído” de professor- educador.

Queixar-se ou Responsabilizar-se? A escolha é de cada um.

Público: Educadores


Pais e Filhos: A desculpabilização se dá na Interseção

Ementa

Educar hoje é alargar os horizontes, estamos em um momento de mudança de cenário, há uma urgência no ar em recuperarmos os laços sociais.

Escola e Família são parceiras , juntas precisam redescobrir formas de dialogar sobre valores e crenças. Não podemos continuar buscando culpados por tudo que não estamos conseguindo atuar. É preciso partirmos do possível,do hoje, na educação de filhos não há rascunhos e improvisos.

É preciso desligarmos o piloto automático e nos responsabilizarmos pela educação de nossos filhos. Ser pais é uma função vitalícia. Na interseção há uma possibilidade de reencontro.

A palestra “Pais e Filhos: A desculpabilização se dá na interseção” é um momento de diálogo e encontro entre Família e Escola” . Educar é suportar não ter respostas prontas e sim novas perguntas a serem levantadas.


ESCOLA QUE QUEREMOS... ESCOLA QUE PODEMOS...

Ementa

A Palestra visa provocar o tema: Educação: impossibilidade de tudo saber. Hoje, nos encontramos diante de tantas incertezas que já não sabemos mais que escola temos.

O grande desafio de educar é apostar na diferença de um olhar singular em um mundo globalizado. Como anda nosso papel de educador?

Debater a educação e seus instrumentos, é olhar para além do que estamos vendo, é suscitar novas inquietações. Quem são nossos alunos hoje? Que escola queremos? Que escola podemos? Educar é para poucos. Uma oportunidade de refletirmos nosso lugar. Queixar-se ou Responsabilizar-se?


Educação e Psicanálise: Vazio existencial – Uma Interlocução Possível

O saber só é construído na impossibilidade de tudo saber. Diante de tantas incertezas o educador deve se perceber, como um ser de passagem (ponte) sair do lugar da “queixa” e fazer a travessia (ensino-aprendizagem) para o lugar da Responsabilidade.

O desafio de educar é apostar na diferença, é fazer laços, um laço que se sustente no desejo de querer saber.

Onde há interrogação, existe uma possibilidade de encontro. Há abertura para novos olhares e fazeres .

O saber é construído no Olhar ousado que unem os elos: escola -família-mundo.

Ser educador. Um lugar em aberto. Vazio existencial: Queixa ou Escolha?

A palestra tem como proposta provocar algumas reflexões como: Qual a nossa relação com o mundo hoje? Onde estão os laços sociais? Que relações nossos alunos estabelecem com o saber ?


A Pós - modernidade: educação para um Mundo em constantes mudanças e inconclusões

A Palestra visa provocar o tema: Educação, hoje, e olhar como anda cultura e conhecimento hoje,em momentos de tantas " incertezas e inconclusões".

Debater a educação e seus instrumentos, é olhar para além, é suscitar novas inquietações . Quem são nossos alunos hoje? Quem é o Educador nos dias atuais? Queixa ou Responsabilidade?

Público alvo: Pais, Educadores, Gestores, Secretários de Educação, Professores e outros.


Gestão de Pessoas: O Mundo "agradece"

A Palestra visa um (re) pensar sobre as urgências que a pós-modernidade nos exige hoje, um (re) organizar de papéis: Ser um executivo bem sucedido, um gestor empreendedor, um líder a ser seguido ? São estas questões tão urgentes? Estamos em um mundo marcado pelos grandes dilemas, dúvidas, incertezas. Há respostas, para tais questões? Ser bem sucedido hoje, nos diz alguma coisa?

Liderar é movimento, é ousadia, é um (re) significar do nosso lugar.
O momento é de responsabilizar-se e sustentar o seu lugar. Perguntar mais e responder menos. Gestão de pessoas. Que pessoas?

Ser Pais Nos Dias Atuais: “ É possível Ser e ser Percebido?”

O que significa,”crescer” no mundo atual? Como acreditar e prospectar futuro para essas crianças e jovens quando não o fazemos mais em nossas vidas pessoais? Os pais estão se pregando uma peça quando saem do seu papel de adultos e pretendem ser vistos, como “amiguinhos”dos filhos. A Palestra busca refletir e provocar inquietações sobre o“ Ser percebido” além das incertezas e instabilidades, além das máscaras ( computadores, tv, delivery, grifes, ficar...). Há um caminho a ser percorrido e refletido sobre o nosso” Ser Pais” em um tempo fast,em um tempo sem tempo.


Tecendo Conversas: Família e Escola num Tempo de Mal-estar

Escola e Família precisam entender o momento de perplexidade em que nos encontramos. O que quer nossa sociedade? O que quer a Família? O que quer a Escola?A Palestra busca refletir sobre uma sociedade em mudança, com rápidas transformações, em que a incerteza e a dúvida, nas famílias e escolas, são evidentes.


Educar é Possível : A Psicanálise inspira e escuta a Família

A Família do Século XXI deve ser entendida dentro de singularidades. Hoje há novas configurações familiares. “A família do futuro deve ser reinventada ou entendida”? Falar da Família é falar também dos diversos contextos nos quais as crianças estão inseridas num primeiro momento; a seguir, entra o ambiente escolar e, por fim, a cultura e a sociedade na qual estiver inserida.


Famílias Modernas e Filhos Pós- Modernos

Educar não é uma tarefa fácil, principalmente em uma sociedade com tantas transformações,com tantas “ idas-e-vindas” com tantas fragmentações e até uma certa banalização do educar, o momento atual é de a incertezas e dúvidas, evidentes nas famílias e nas escolas.Não é necessário mais criar, pensar e interagir, a velocidade das “ informações”,abriu uma fragmentação entre pais e filhos, entre professores e alunos, há um contraste visível entre a referência: velocidade/tempo que,se configura nos dias atuais, tanto na família como na escola. Como ficam crianças e jovens tendo de lidar com modelos identificatórios “adultos perdidos”? A pergunta, sem resposta, é um convite para pensarmos juntos.


Transtorno do Déficit de Atenção / Hiperatividade para além dos “Rótulos” estabelecidos.

Uma das principais perguntas dos pais e professores atualmente: É porque nossas crianças e jovens andam tão desatentos e agitados? Um dos motivos, seria o nosso olhar desatento para eles? "Estamos vivendo em uma sociedade hiperativa, em um tempo sem tempo, em um lugar sem lugar, o que vem contribuindo de alguma forma para os chamados comportamentos hiperativos. Entender o transtorno , suas causas e conseqüências é o primeiro passo para um tratamento bem-sucedido."
Haddad defende a ampliação do olhar sobre o TDA/H, principalmente no que se refere à práxis pedagógica que ajudará muito essas crianças e jovens que, de alguma forma já “ carregam” angústias e fracassos. É preciso sempre lembrarmos que, cada aluno-aprendente constrói seu próprio caminho, apenas seu, e cabe a nós professores e pais a busca permanente de uma educação integral, sem fragmentação do conhecimento, com múltiplos olhares e muita flexibilidade.


Palestras e seminários ministrados:

- Pedagógica ES 3 - Palestra: Lidando com o Tda/h e Dislexia em Crianças e Adolescentes na Escola e suas Implicações Psicopedagógicas. 27 a 29 de Abril- 2007 - Vila Velha / ES

- XV Encontro Nacional de Professores de PROEPE.Resgatando Valores: Buscando o Compromisso, Autonomia e Solidariedade. 1998.

- Seminário da PUC-MG.Resgatando Valores: Buscando o Compromisso, Autonomia e Solidariedade. 1999.

- HADDAD, J. P. . Mini-Curso: Transtornos do Déficit de Atenção/Hiperatividade e seus Desafios na Escola. 2005. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).

- HADDAD, J. P. . Mini-Curso: Um olhar Psicopedagógico sobre a Universidade atual. Fevereiro.2005. Santa Rita do Sapucaí - Inatel

- HADDAD, J. P. .Congresso Internacional CONEXA-BH . Transtorno de Deficit de Atenção e distúrbios de Aprendizagem – 2006- BH

- HADDAD, J. P. .Tecendo Conversas entre Família e Escola. Um tempo de ser e mal estar. Rede Promove – BH – 2007

- V Congresso Internacional de Educação - Repensando a Escola do Século XXI.Lidando com o TDAH em Crianças e Adolescentes na Escola e suas Implicações Pedagógicas. 2006.

- Seminário Sistema Ápice de Educação.(Pais e Professores) - Família e Escola: uma Parceria Possível. 2006.

- Seminário do Centro Universitário Newton Paiva.Entendendo os Distúrbios de Aprendizagem. 2006.

- Seminário do Colégio São Paulo.Transtornos do Deficit de Atenção/Hiperatividade e a Sala de Aula (Professores). 2005.

- Seminário Sistema Ápice de Educação.(Pais e Professores) - Educar com Limites é Possível. 2005.

- Um Olhar Psicopedagógico sobre a Adolescência e seus Desafios na Escola Atual.

Divinópolis- MG – Sinepe -26/08/2004

Belo Horizonte – MG – Sinepe – 10/11/2004

- Palestra para Pais e Professores: Resignificando o Espaço Escolar e Familiar.

Betim- MG – 13 de março de 2007

Dicas para apresentações e palestras: Como fazer certo!

Existem várias maneiras de treinar e melhorar as suas habilidades, como palestrante ou professor, entre elas está à prática da oratória. Mesmo que seja sozinho em casa, em frente a um espelho, qualquer tipo de prática é interessante. Outra opção é assistir ao máximo de palestras e apresentações que você puder. Compare as suas habilidades com as de outras pessoas, veja os erros que eles cometem e destaque as coisas boas. Observar e se espelhar em palestrantes profissionais é uma ótima e barata opção de praticar. Para quem entende um pouco de inglês, o YouTube está cheio de vídeos no melhor estilo auto-ajuda para ensinar e divulgar o trabalho de palestrantes profissionais. Mesmo os vídeos tendo o objetivo claro de vender a palestra do profissional, podemos observar algumas dicas interessantes em alguns deles. Na última semana, encontrei esse ótimo material promocional de um palestrante chamado Douglas Jefferys, que pelo visto é especialista em apresentações. Podemos usar a própria palestra dele como exemplo, ele dosa muito bem o assunto com humor e contextualização. Um dos principais alvos dele, que servem para qualquer cultura, são os políticos que podemos utilizar como pretexto para piadas. Bem, assista a apresentação:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=whTwjG4ZIJg[/youtube]

Os pontos sobre os quais ele aborda estão relacionados mais a oratória do que os slides usados como apoio. Além dos dados apresentados, sobre o medo das pessoas em falar para um público, que é interessante até para mostrar em treinamentos, algumas dicas chamam a atenção:

  • Pausa: Ninguém agüenta uma pessoa que começa a falar e não pára mais. Sempre que for possível, termine de comentar uma sentença ou parte da sua apresentação com uma pausa de alguns segundos. Isso dá tempo para que a platéia ou seus alunos possam refletir e pensar sobre o assunto. Mesmo que seja rápida, essa pausa ajuda muito, posso dizer por experiência própria.
  • Cuidado com gestos: Você deve maneirar na quantidade de gestos utilizados durante as apresentações. Gesticular com os braços não é errado, mas o excesso pode tirar a atenção da sua apresentação. Colocar as mãos nos bolsos também deve ser feito com cuidado, isso pode passar a impressão que você não está à vontade na apresentação.

quinta-feira, 7 de abril de 2011


Sabedoria






Já se imaginou agindo com a sabedoria canina?
A vida teria uma perspectiva mais amistosa.

Tente:

1. Nunca deixe passar a oportunidade de sair para um passeio.
2. Experimente a sensação do ar fresco e do vento na sua face por puro prazer.
3. Quando alguém que você ama se aproxima, corra para saudá-la(o).
4. Quando houver necessidade, pratique a obediência.
5. Deixe os outros saberem quando invadiram o seu território.
6. Sempre que puder tire uma soneca e se espreguice antes de se levantar.
7. Corra, pule e brinque diariamente.
8. Coma com gosto e entusiasmo, mas pare quando estiver satisfeito.
9. Seja sempre leal.
10. Nunca pretenda ser algo que você não é.
11. Se o que você deseja está enterrado, cave até encontrar.
12. Quando alguém estiver passando por um mau dia, fique em silêncio,
sente-se próximo e, gentilmente, tente agradá-lo.
13. Quando chamar a atenção, deixe alguém tocá-lo.
14. Evite morder quando apenas um rosnado resolver.
15. Nos dias mornos, deite-se de costas sobre a grama.
16. Nos dias quentes, beba muita água e descanse embaixo de uma árvore frondosa.
17. Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
18. Não importa quantas vezes for censurado, não assuma a culpa que
não tiver e não fique amuado... corra imediatamente de volta para seus amigos.
19. Alegre-se com o simples prazer de uma caminhada.


Sua Vida




Essa vida é sua...
Encontre a força
Para escolher o que você quer fazer
E faça bem feito
Encontre a força
Para amar o que você quer da vida
E ame com honestidade
Encontre a força
Para andar na floresta e fazer parte da natureza
Encontre a força
Para controlar a sua própria vida
Ninguém pode fazer isso por você
Nada é bom demais para você
Você merece o melhor
Encontre a força
Para fazer sua vida saudável, excitante
Vale a pena ser muito feliz
Assim você chegará aos seus sonhos.

"Não há pessoa mais perigosa, para si mesma e para os outros , do que aquela que julga sem conhecer os fatos."

quinta-feira, 31 de março de 2011